Sem matadouro, os marchantes de Carrapateira, cidade do interior do estado, passam por enormes dificuldades para abater seus animais. A nova gestão que tem à frente a prefeita, Marineide (PR), está há quase um ano e quatro meses na gestão do município, mas sequer construiu um matadouro público.

Há bem pouco tempo, os marchantes abatiam seus animais clandestinamente, ao lado do açude da comunidade, mas a população denunciou a prática e eles foram obrigados a pedir ajuda ao prefeito de São José de Piranhas, Chico Mendes (PSB), que aceitou o abate apenas por um período de tempo.

Os marchantes de Carrapateira são obrigados  a se deslocarem cerca de 50 km toda semana (ida e volta a São José de Piranhas) o que provoca alto custo financeiro e coloca em risco a qualidade da carne, já que o produto não é transportado de forma apropriada. Contudo, o abate em outro município influencia no preço da carne bovina.   

Por semana os marchantes de Carrapateira 'despencam' em média dez reses. O abate é feito todas as sextas-feiras no matadouro público de são José de Piranhas.

Por Redação
Tribuna 

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ALEX GONÇALVES

Alex Gonçalves é radialista DRT4220-PB.Natural de São José de Piranhas, fomado em Letras pela UFCG. Atua no ramo de jornalismo há 15 anos, foi editor repórter do portal Radar Sertanejo durante nove anos.É funcionário público estadual desde 2010 e atualmente apresenta o programa Radar em Alerta na Terra Nova FM.

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